Enviado por Gisele Oliveira em 15/06/2007
Quando o conheci, mesmo estando perto, ele estava longe. Lembro de um Gilnei distante de mim, assessor de imprensa do Seprorgs. Não deve ter achado muito ruim não trabalhar comigo assim que iniciei o mandato. Não nos conhecíamos e era só um cliente que ficava para trás. Nasce o Baguete. Com ele nasce nossa amizade e passamos a ficar mais perto um do outro. Logo os editoriais do Boletins Informativos do Seprorgs estavam no Baguete e eu iniciava a “carreira de colunista”. Sempre esteve presente, querendo opiniões, promovendo debates, gerando polêmicas... Não admitia ninguém em cima do muro, não tinha censuras e não nos permitia censurar. Era direto, objetivo, franco e acima de tudo leal. Rimos muito nos jantares da confraria, discutimos de perto e de longe. Estimulava a todos, compartilhava informação, compartilhava o coração, era o amigo de todas as horas. A distância era superada pela Internet e ele nunca esteve longe. Hoje a distância é superada pelas lembranças. Hoje, mesmo estando longe, ele está sempre perto. |