Enviado por Daiane Lorenzato em 22/06/2007
Acho que muitas pessoas devem ter a mesma dificudade que eu para contribuir com esse espaço: o que falar de tantas coisas que passamos com essa figura. Boss, esse foi o apelido que uma colega do Baguete deu na época em que trabalhavamos lá (2003-20004), e sempre chamavamos ele assim. Aprendi muito com o Gilnei, com certeza não só jornalismo, mas sim coragem, empreendedorismo e não ter medo de meter as caras. Ele sempre foi uma pessoa que acreditava e que amava o que fazia e passava isso para todos que trabalhavam com ele. Não me lembro de nenhuma vez dizer para ele que não ia fazer alguma coisa porque sentia medo, ele jamais aceitaria. Uma das nossas maiores conquistas, e conto com todo orgulho do mundo, foi a assessoria de imprensa do Baguete. Em um ano estávamos com mais de 10 clientes e sofrendo um conflito ético...muitas empresas queriam ser assessoradas pelo Baguete. Uma aposta visonária do Boss que deu mais que certo. Graças ao seu instinto! Como a maioria das pessoas que conviveram com o Gilnei, tivemos altos e baixos, mas sempre tivemos humildade para ouvir um ao outro e resolvermos todas as nossas diferenças. Ele era um coração mole por baixo de uma armadura de aço...um amor de pessoa. Boss, obrigada por tudo! |